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Vocação é missão


A missão torna-se expressão da vocação, sua identidade e sua forma.




“Vocação é graça”, como nos faz refletir o texto-base do 3° Ano Vocacional, com o tema: “Graça e Missão” Toda vocação, indistintamente, tem em sua origem a graça divina, que se completa e se confirma na missão que abraçamos com projeto de vida. Só descobrimos quem somos, ou qual nossa vocação, como nos recorda o Papa Francisco, quando nos perguntamos, também, para quem nós somos, ou seja, a nossa missão, numa linguagem vocacional, a vocação está para a missão,, existencialmente, como o ser está par o fazer, condição de toda realização humana. Nesta concepção, como essência de nossa identidade, a vocação nos projeta para fora de nós mesmos, levando-nos a um engajamento com o mundo. Naturalmente, a missão convida-nos a um desprendimento permanente, em que oferecemos às pessoas aquilo que temos de melhor dentro de nós, dons e talentos, como compromisso de vida. Nesse sentido, e não poderia ser diferente, nossa missão se identifica com a mesma missão de Jesus. Veremos brevemente como se constitui essa identificação entre missão e vocação, que possui como referencia o próprio Jesus, consolida-se numa resposta pessoal ao chamado, e se concretiza, pela diversidade de vocações e ministérios, na unidade e comunhão de toda a Igreja.



Disponibilidade


A missão se inicia e se concretiza na disponibilidade para o seguimento. Ao percorrer cidades e povoados, Jesus percebeu que a messe era grande (Mt9 ,37), que necessitava, diante de tanto trabalho, de mais operários e operárias(Mt 9,38). Jesus condivide sua missão com aqueles que ouvem e acolhem seu chamado. “Quando Jesus andava à beira do mar da Galiléia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando as redes ao mar, pois eram pescadores.Jesus disse a eles: ‘segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens’. Eles deixaram as redes e o seguiram”(Mt4,18-19). “Com Tiago e João não foi diferente:” Jesus os chamou, eles imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram” (Mt4,21-22). Jesus concede a mesma autoridade aos que que envia em missão: “Jesus, tendo chamado os seus doze discípulos, deu-lhes poder para expulsar espírito imundos e curar todas as doenças e males” (Mt10,1). O anúncio do Reino de Deus, assim, estava na base da missão dos doze, “igualmente os enviou para proclamar o Reino de Deus e curar os doentes” (Lc9,2). Só um coração atento e disponível está aberto à missionariedade. Um coração que sabe, a exemplo do mestre, condividir seu tempo, dispor, dispor seus talentos esperançar o mundo com seu entusiasmo e sua alegria. Missão essa que toca a todos os batizados(as).


Autor: Pe. Valmir De Costa, RCJ

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